Feito com base numa nova plataforma em alumínio, o novo modelo dará origem a uma família. Será revelado no próximo Salão de Paris.

A nova geração do Defender poderá ser “eletrificada”. A Land Rover mostrou esta semana as versões híbridas plug-in do Range Rover e do Ranger Rover Sport e apostará no próximo ano no 100% elétrico I-Pace. Por isso, num plano que prevê que todas as gamas tenham pelo menos uma opção de ligar à tomada a partir de 2020, o cenário de um Defender híbrido plug-in é plausível.

Ouvido pela Motor Authority, o vice-presidente executivo da Land Rover nos EUA, Chris Marchand, assumiu que uma versão híbrida plug-in “é o mais longe que poderemos ir” no novo Defender, que será revelado na próxima edição do Salão de Paris, em outubro do próximo ano. Contudo, uma vez que o novo modelo estará à venda no final do próximo ano, a opção PHEV só deverá ser aposta na próxima década. Uma coisa é certa: a nova plataforma permite qualquer tipo de “eletrificação” (híbrido, plug-in ou elétrico) do novo Defender, que dará origem a uma nova família de modelos.

Ouvido pela Auto Express, o responsável executivo da Jaguar Land Rover, Ralf Speth, descansa os mais céticos salientando que o novo Defender terá uma capacidade fora de estrada ainda melhor do que o antecessor (na imagem), depois de ter conduzido alguns protótipos. Speth garante que o novo modelo manterá o ADN do jipe, apesar de poder vir a ser construído com uma nova base numa plataforma modular em alumínio e partilhar componentes com outros modelos da marca. Na nova família Defender, mais upmarket, está prevista uma versão SVR, para concorrer, por exemplo, com Mercedes-AMG G 63, a desenvolver pela divisão de operações especiais SVO; uma versão SVX, com capacidade TT ainda mais reforçada; e uma versão mais luxuosa SVA, na linha do Range Rover SVAutobiography.

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